Recuperar a criança autista com um intenso trabalho de chamada ao diálogo e ao contato com o outro é a base de um método com origem nos EUA e que um grupo de pais quer divulgar em Portugal. Eles pedem voluntários para esse intenso trabalho de estímulo.
Temple nasceu autista, coisa que na época ninguém conhecia muito bem. Seu jeito peculiar de pensar e seu comportamento antissocial e agressivo eram mal vistos por professores e colegas de escola na infância. Frequentemente brigava com outras crianças. Ela tinha dificuldade de aprender certas coisas, porque as coisas para ela seguiam uma lógica particular. A única coisa que podia deixar Temple mais calma era um abraço forte, mas ela não conseguia dizer isso nem a sua mãe.
LONDRES (Reuters) - Uma ressonância magnética feita em 15 minutos no futuro poderá ser usada para o diagnóstico mais fácil e barato do autismo, disseram cientistas britânicos na terça-feira.
Eles afirmaram que o teste rápido teve índice de acerto superior a 90 por cento em adultos, e que não há razão para crer que não funcione tão bem quanto em crianças.
Atualmente, o diagnóstico é feito em entrevistas e observações comportamentais que podem ser demoradas e emocionalmente desgastantes.
Objetivo é melhorar habilidades motoras e de comunicação com as pessoas dos pequenos
Pesquisadores do Centro de Saúde, Intervenção e Prevenção (CHIP) da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, estão tentando descobrir se um pequeno robô pode melhorar as habilidades motoras e de comunicação de crianças com espectro autista (ASD).
Anjana Bhat, professora de cinesiologia (ciência que estuda os movimentos) da Escola de Educação Neag, recebeu uma bolsa de dois anos do Instituto Nacional de Saúde mental (NIMH) para desenvolver uma série de interações entre crianças e robôs.
V I I TREINA
Treinamento na área do autismo
Edição 2010
23 e 24 de setembro
Conheça nossos palestrantes:
ADRIANA HELENA VIEIRA BUENO
Possui graduação em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, especialização em Psicopedagogia pela Universidade do Estado de Minas Gerais; Especialização em Educação Inclusiva pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais; Especialização em Neurociência pela Universidade Federal de Minas Gerais; Formação no Currículo Funcional Natural pelo Centro Ann Sullivan del Peru e no Programa TEACCH pela Universidade da Carolina do Norte-USA. Atualmente é Supervisora Regional da Educação da Superintendência de Ensino de Uberlândia.
ARIELA GOLDSTEIN
Terapeuta Ocupacional graduada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas com Pós Graduação em Desenvolvimento Infantil pela UFMG. Atualmente realiza atendimento clínico (TOI), home care e orientação escolar em crianças com distúrbios no desenvolvimento, especialmente com base neurológica como crianças com distúrbios leves de aprendizagem e coordenação, déficits de integração sensorial, autismo, síndrome de Down, entre outros. Autora do livro “O autismo sob o olhar da terapia ocupacional”
MARIA ELISA GRANCHI FONSECA
Psicóloga graduada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Especialização em Didática do Ensino Superior pela FEAP/SP; Especialização em Arteterapia pelo NAPE São José dos Campos/SP; Mestrado em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos/SP; Formação no Programa TEACCH pela Universidade da Carolina do Norte/USA; Coordenadora geral do Centro de Estudos e Desenvolvimento do Autismo e Patologias Associadas-CEDAP da APAE de Pirassununga/SP; consultora na área; psicóloga clínica; professora universitária.
Maiores informações acesse o site: www.cedapbrasil.com.br
INSCRIÇÕES ATÉ O DIA 16 DE SETEMBRO DE 2010.

